segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Piaz Trio faz show no TEU quinta



Os uberabenses não podem reclamar da ausência de espetáculos musicais de qualidade. Nesta cidade o que não falta é atração de primeiríssima. Na verdade, na maioria das vezes, o público é que perde as boas oportunidades que surgem. Não é raro atrações que fazem a diferença atraírem plateia que não chega a encher os teatros. Vem aí mais uma dica ímpar: trio formado pelo violonista Ezequiel Piaz, conhecido internacionalmente, Eduardo Coelho (baixo acústico) e Kelvi Balbino (bateria), fará o show “Encontro Musical - do Choro ao Jazz”, nesta quinta-feira (6), às 20h, no TEU (3312-5906), na rua Padre Zeferino, 998, Fabrício, com apoio da Fundação Cultural. O ingresso custa apenas R$10.
Balbino é graduado em Música pela UFU e Coelho é baixista do grupo Só pra Contrariar. Piaz mostrará neste show músicas que interpretará em Berlim, na Alemanha, em janeiro de 2013, quando iniciará mais uma turnê pela Europa. Com quatro CDs solo, Piaz é um virtuose do violão de sete cordas e multi-instrumentista. Toca piano, violino e cavaquinho, entre outros instrumentos. 
Piaz interpreta de maneira característica composições de Villa-Lobos, Bach, Ernesto Nazaré, Pixinguinha, Tom Jobim, Baden Powell e Beatles. Seu estilo moderno, sofisticado, vigoroso e sutil se torna uma orquestra, uma escola de samba, um berimbau, que leva a plateia a uma viagem musical pelo folclore brasileiro, choro, bossa nova, samba, clássico e jazz.
Ingressou no Conservatório Estadual de Música Renato Frateschi, onde estudou piano, violino, flauta, contrabaixo, educação artística, canto-coral e prática de orquestra e conjunto. Além do múltiplo talento, Piaz é um encanto de ser humano. Tem elegância e pratica a gentileza que gera gentileza. Um artista que merece ser ovacionado, sempre! 

Vem aí II Noite de Massas na Escola Dulce





A professora de Língua Brasileira de Sinais (Libras), Arianny Palhares, convida para a II Noite de Massas, em prol da Escola para Surdos Dulce De Oliveira, no dia 8, (sábado), a partir das 20h, na sede da escola, com apresentações, leilões e muita diversão. O convite custa R$ 15 e crianças até 10 anos não pagam. E ela alerta que não serão vendidos convites na portaria. Eles devem ser adquiridos até sexta-feira ou pelo telefone (34) 8804-7704.



        
Equipe da Escola Dulce após belíssimas apresentações na I Noite de Massas 





domingo, 2 de dezembro de 2012

Língua Afiada






A sessão de armarinhos fica no
fim do corredor. Será que é sessão mesmo?
Não. O correto é seção de armarinhos. 


Você sabe a diferença entre sessão, cessão e seção? 



Cessão: Ato ou efeito de ceder.
Exemplo: A Prefeitura autorizou a cessão do anfiteatro para a escola.

Sessão: Reunião de pessoas 
Exemplo:  A sessão da Câmara será agitada/A sessão de autógrafos será na universidade

Seção: Divisão de um setor ou departamento. 
Exemplo: A seção de perfumes recebeu muitas encomendas/A seção de alimentos precisa ser fiscalizada



Fuja da redundância



Encarar de frente
(não há como encarar de outra forma)

Desfecho final 
(se houve desfecho, houve final)

Elo de ligação 
(todo elo é de ligação)

Planos para o futuro
(planos só podem ser feitos para o futuro)

Manter o mesmo time
(não há como manter outro time)

Labaredas de fogo 
(não há labaredas de outra coisa)

Monopólio exclusivo
(Se é monopólio, já é total)

Há quinze dias atrás 
(Um ou outro. Há quinze dias, ou Quinze dias atrás)

Destaque da Semana

 Dinheiro não trás felicidade, não. Dinheiro não traz felicidade.

As palavras trás e traz apresentam a mesma fonética, ou seja, são pronunciadas de forma igual, mas têm  significado e escrita diferentes. São as chamadas palavras homófonas.




                                             Atendendo a pedidos, a Língua Afiada está de volta. Até a próxima!

sábado, 1 de dezembro de 2012

Semana do Jô destaca Caetano Veloso


O cantor e compositor Caetano Veloso, que completou 70 no dia 7 de agosto, é o destaque neste domingo, no “Semana Do Jô”. Durante o bate-papo, o convidado assumiu que, apesar da idade, não perdeu o espírito jovial. “Me sinto um adolescente de 14 anos”, brincou.
E, para provar que tem disposição, Caetano lança um novo disco: “Abraçaço”. O baiano contou que adora usar o termo quando redige um e-mail. “Uso a palavra porque esse aumentativo é bacana”. Ele ainda apresentou algumas faixas deste novo trabalho, como “Um Abraçaço”, “Império Da Lei”, “A Bossa Nova É Foda” e “Quero Ser Justo”.
O convidado ainda revelou a Jô que sua primeira composição foi aos 9 anos. “Foi uma música que fiz no piano”, lembrou-se. O episódio vai ao ar neste domingo, dia 2, às 21h, no GNT.

Marisa Monte é Brasileira do Ano



Marisa Monte é a Brasileira do Ano na Cultura, prêmio dado por IstoÉ como reconhecimento ao seu talento e à sua preocupação em divulgar e preservar a melhor MPB. “Represento um grupo maior, que é o passado, o presente e o futuro da música brasileira. Divido a homenagem com todos”, agradece a intérprete de sucessos como “Beija Eu” e “Infinito Particular”.
Marisa tem motivos de sobra para ficar feliz, pois, como bem lembra Allan Mello, da equipe do blog Marisa Monte e Cia, o ano foi muito bem sucedido para a cantora com a estreia da turnê "Verdade Uma Ilusão 2012/13", comemorar o primeiro ano de lançamento do disco "O Que Você Quer Saber de Verdade", emplacar três temas em novelas, e encerrar as Olimpíadas em Londres, interpretando a capela uma “Bachiana Brasileira” de Heitor Villa-Lobos. Sendo assim, a revista, é claro, acertou na escolha, o que deixa a nós, seus súditos, ainda mais envaidecidos.

Leia na íntegra a matéria publicada na Isto é: 


A imagem de Marisa Monte interpretando a capela uma “Bachiana Brasileira” de Heitor Villa-Lobos no encerramento da Olimpíada de Londres, em agosto, ficou na memória como um dos momentos mais emocionantes do evento. Este é um dos grandes méritos da intérprete e compositora carioca: falar direto ao sentimento das pessoas com sua voz ao mesmo tempo potente, suave, rascante, lírica e revestida de contrastes – mas sempre linda. Aos 45 anos, Marisa é uma diva que reverencia sua arte: “Sirvo à música como a uma deusa. Procuro agradá-la e garantir que esteja em primeiro plano. Ela é mais importante que eu.” Com nove discos gravados, três prêmios Grammy Latino e dez milhões de álbuns vendidos, a cantora se dedica, atualmente, à turnê do seu mais recente CD, “O Que Você Quer Saber de Verdade”, mais um momento antológico de sua carreira de duas décadas e meia. Até o fim do ano, ela vai dar o ar da graça também no DVD que Zeca Pagodinho dedicará a clássicos do samba. Marisa Monte é a Brasileira do Ano na Cultura, prêmio dado por ISTOÉ como reconhecimento ao seu talento e à sua preocupação em divulgar e preservar a melhor MPB. “Represento um grupo maior, que é o passado, o presente e o futuro da música brasileira. Divido a homenagem com todos”, agradece a intérprete de sucessos como “Beija Eu” e “Infinito Particular”.



No estúdio, no palco e na vida, Marisa quer se fazer entender. Não perder o contato com as necessidades da alma e se esmerar na clareza do canto são para ela um desafio constante e o mote do novo trabalho. “O Que Você Quer Saber de Verdade”, título do álbum, não é uma pergunta. É uma resposta singela a angústias universais. “A vida moderna tem tanto ruído, tantas coisas para nos distrair, que às vezes nos perdemos. É importante não se afastar do próprio coração, das necessidades de cada um, e respeitar nossa própria velocidade”, diz ela. Ao criar melodias simples e tocantes, Marisa cumpre o papel de emocionar o público. Sempre presente nas paradas, neste ano ela emplacou dois sucessos – “Ainda Bem” e “Depois” – que também embalaram novelas de sucesso. Na gestação do novo show, em excursão pelo Brasil, ela fez questão de comandar tudo, do conteúdo do site até os conceitos por trás dos vídeos exibidos no telão, de autoria de renomados artistas plásticos. Para chegar à visualidade marcante das apresentações atuais, contou com uma curadora de arte, que contribuiu para encontrar trabalhos aptos a potencializar o sentido das canções. Sua preocupação permanente é não sucumbir ao efeito puramente estético ou deixar a poesia de lado: “O desafio é não se perder no belo, não se ater ao belo e não se contentar apenas com ele. Com a combinação de linguagens, buscamos algo que possa vibrar nos corações, nas almas, nas mentes das pessoas”, afirma a cantora.


Marisa é conhecida pela discrição, pelo estilo avesso a badalações e por não abdicar da naturalidade. É casada com o empresário Diogo Pires Gonçalves, com quem teve a filha Helena, 4 anos. Ela é mãe, também, de Mano Wladimir, 9 anos, fruto de seu casamento anterior com o músico Pedro Bernardes. “Não ando 24 horas por dia de veludo brocado nas calçadas do Leblon”, diz. Sem temer o envelhecimento, ela conta que o importante é estar satisfeita com o que faz e valorizar a simplicidade. “As pessoas querem viver coisas tão intensas que não encontram tempo. Temos tanto para colocar em dia – contas, exames, documentos. Diante dessa pressão é um luxo eleger coisas simples para fazer”, afirma. Tudo isso facilita o rigor no ofício de cantar. “A clareza é uma qualidade que me fascina no canto. Se faço uma nota ‘acrobática’, gosto que a palavra seja bem dita e entendida, que a mensagem chegue às pessoas”, diz ela.


Se a comunicação direta resume a sua arte, sua voz é a ponte necessária entre a poesia e a melodia. Ao longo da carreira, Marisa descobriu outras formas de chegar ao público. Hoje, não é apenas uma intérprete, mas uma atuante profissional da cultura. Além de compor para outros artistas, produz CDs e filmes – fez isso para a Velha Guarda da Portela, com o disco “Tudo Azul” e o documentário “O Mistério do Samba”. “Fui encontrando outras maneiras de servir à música. Tenho a voz como centro, mas me alastrei em diversos tipos de atuação”, afirma. Embora celebre o descompromisso e a despretensão e cite a Velha Guarda da Portela como exemplo de pureza e encantamento, ela é afeita à simplicidade lapidada. Prefere a linguagem cotidiana por acreditar que pode ser, assim, comunicativa ao tratar de questões existenciais. “Todo mundo tem o seu tempo próprio”, diz Marisa, com a mesma serenidade que a levou ao posto de uma das maiores cantoras do País.


MAS recebe Conjunto de Flautas domingo


Integrando a programação do 2º Encontro das Artes, o Conjunto de Flautas Doce, do Conservatório Estadual de Música Renato Frateschi, interpretará repertório composto de canções natalinas, neste domingo, 2, às 10h, no Museu de Arte Sacra (MAS/Igreja Santa Rita), na praça Manoel Terra, em Uberaba. A coordenadora do grupo é a professora Renata Helena dos Santos, que antecipa o programa do recital: “Ode à Alegria” (Ludwig van Beethoven e Friedrich von Schiller), “Louvamos” (canto cristão), “Natal Festivo” (Luis Bordon), “Natal”, “Nasceu o Redentor” (canto cristão), “O Velhinho” (Octávio Filho), “White Christmas” (Kate Perry), “The First Noel” (Gilbert e Sandys Carols), “We Wish You a Merry Christmas” (Villancicos), “Glória” (canto cristão), pout-pourri de canções de Natal e “Chorinho Natalino” (José Vieira Brandão).



O presépio com obras dos artistas Marcos Jamal, Fernanda Terra, Ilka Maria, Lusa Andrade, Meg Andrade, Rosângela Cordeiro Fernandes, Dulce Helena Bento, Soninha Caetano, Cláudio Luís Destro, sob a coordenação da professora Maria Helena Ciriani, inaugurado domingo passado, permanece aberto à visitação até o dia 6 de janeiro. 



O Coral Canta Marista, com 28 vozes, sob regência da professora Juliana Rodrigues, acompanhada ao piano por Cristina Arruda, apresentou músicas natalinas.  Criado há dois anos, o grupo é integrado por pais de alunos, professores, funcionários e ex-alunos do Colégio Marista Diocesano, além de convidados.

Close lança filme sobre Rondon Pacheco


Algodão entre espelhos, média metragem, que teve sua pré-produção ainda em 2010 com pesquisa e primeiros contatos e em 2012 a produção e execução, e dirigido e roteirizado por Celso Machado e Nara Sbreebow, será lançado, em Uberlândia, para imprensa e convidados, nesta terça-feira, 4, às 10h, no Cinemark do Uberlândia Shopping. Para o público o lançamento será no dia 7 e no dia 8, haverá sessão aberta. O filme traz a história de um período pouco conhecido na atualidade: o desenvolvimento econômico de Minas Gerais, tendo como fio condutor Rondon Pacheco, um personagem ímpar no cenário político brasileiro. “É fascinante o exemplo de Rondon Pacheco como homem público”, afirma Celso Machado, idealizador do documentário produzido pela Close Comunicação de Uberlândia. 


Nara e Machado (foto) perceberam que realizar esse trabalho focado somente em Uberlândia seria pouco, haja vista que a obra de Rondon era muito maior. “Ainda chefe da casa civil, Rondon Pacheco já realizava reuniões e viagens internacionais com o ex-governador Israel Pinheiro, vislumbrando investimentos para Minas Gerais. Sem contar que em seu governo vários órgãos de extrema importância foram criados e serviram de referência não só para outros Estados do Brasil, mas também foram copiados no exterior, como é o caso do Iepha – Instituto Estadual do Patrimônio Histórico de Artístico, a Epamig que inspirou a criação da Empraba entre outras iniciativas pioneiras”, ressalta Machado. 



Serviço
Lançamento do documentário “Algodão entre Espelhos”
Data: 4 de dezembro
Local: Cinemark (Uberlândia Shopping)
Horário: 10h