terça-feira, 12 de agosto de 2014

Fátima Bernardes recebe paleoartista de Uberaba





O paleoartista de Uberaba, Rodolfo Nogueira, é um dos convidados da jornalista e apresentadora Fátima Bernardes para o Encontro desta quarta-feira, 13, às 10h45. O menino que sempre adorou os nossos amigos que viveram aqui há pelo menos 65 milhões de anos é hoje uma referência na paleoarte, a arte de representar animais extintos com fins informativos e didáticos. Muito modesto, Rodolfo, ao me conceder entrevista publicada neste blog no último dia 29, disse que para ser um paleoartista é necessário um aprofundado estudo de paleontologia, anatomia e ecologia, além de certa habilidade artística ou interesse para praticar. Mas a gente sabe que é preciso também um talento incomum, que nele flui naturalmente.




Depois de visitar Peirópolis (Sítio Palentológico na cidade de Uberaba/MG), ainda criança, passava madrugadas pensando em fazer todos os dinossauros brasileiros para o Museu dos Dinossauros. E hoje vê seus sonhos de criança virando realidade. O desenho ganhador do 1° Prêmio de 2012, que integra a exposição das obras do IV Concurso 2013 de Ilustraciones Científicas de Dinosaurios, que ocorreu em Burgos (Espanha), promovida pela Fundación Dinosaurios CyL, foi feito por ele, que concorreu com 104 ilustrações de participantes de dez países. 


  





Edição especial só sobre animais extintos: "O Guia Definitivo dos Dinossauros - A Ascensão. A Queda. O Retorno" da revista Superinteressante é ilustrada por Rodolfo, que sempre amou a publicação, apresentada a ele pela avó Odete Lemes Nogueira. A revista despertou nele um interesse ainda maior por ciências. E em breve o veremos em importante documentário em produção sobre a formação geológica do Brasil.










13/08/2014



A entrevista de Rodolfo à Fátima, no dia 13 de agosto de 2014 (quarta-feira), foi extremamente esclarecedora e cheia de bom humor e descontração, de uma maneira leve e fácil para o público de casa entender como é o trabalho de um paleoartista. Rodolfo citou a maior réplica de dinossauros do Brasil é a que está em Peirópolis denominada UberabaTitan Ribeiroi, exibida no programa por meio da foto de Luís Adolfo Fonseca. 















Saiba mais sobre Rodolfo Nogueira na primeira entrevista a este blog:

sábado, 9 de agosto de 2014

Psicóloga lança Nas Tramas da Vida dia 13


                                                                                                                              Lúcio Alves

A Casa do Educador Professora Dedê Prais será palco de mais um evento cultural de primeiríssima qualidade: o lançamento do livro Nas Tramas da Vida, da educadora e psicóloga Vera Lucia Dias, com apresentação a cargo da historiadora, escritora e membro da Academia de Letras do Triângulo Mineiro (ALTM),  Maria Antonieta Borges Lopes.
O evento, no dia 13 deste mês, às 19h20, na Casa do Educador (rua Onofre da Cunha Rezende, 78) contará com apresentação do cantor de MPB, Murilo Limma, acompanhado ao piano por José Luiz da Silveira, além de uma fascinante surpresa, que o público vai amar!


A quem sempre a estimulou, com elogios e comentários espontâneos a continuar escrevendo, Vera dedicou um capítulo especial intitulado Quando o leitor é quem escreve. O livro é resultado de reflexões escritas e partilhadas por meio de publicações em jornais locais ao longo de 43 anos (1971 a 2014) pela autora, que é inteligente observadora e analista de fatos do cotidiano uberabense e do cenário nacional, destacando temas como Política, Religião, Educação, Saúde, Logosofia, Datas Comemorativas, Morte, enfim, sobre a vida!
A escolha do título se deu porque sob seu olhar, os acontecimentos da vida assemelham-se às tramas de um bordado que, apesar do emaranhado dos fios e cores, se tecidos pacientemente, podem resultar em trabalhos plenos de significado e beleza.
Ao escolher o título do livro e a composição da capa, a autora prestigiou a experiência de um grupo de amigos, composto por homens e mulheres artistas de Uberaba, que se reuniu, ao longo de um ano, para livremente viver o prazer do encontro e da arte de bordar. Da soma do trabalho de cada um, surgiu uma bonita colcha. Ela estará exposta no evento de lançamento do livro, que é o segundo de Vera. O primeiro, Quando a morte nos visita, foi lançado em 2011.



sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Curso gratuito foca História da Arte



Começa nesta segunda-feira, às 19h, o curso Retratos História da Arte, ministrado pela professora mestre Daniela Viana Leal, no prédio da UFTM, em frente ao Hospital de Clínicas. Quem não conseguiu fazer a inscrição no site, pode tentar se inscrever no local, caso ainda existam vagas. O curso é gratuito.

Trata-se de um dos Cursos de Inverno, na modalidade de Extensão, destinados aos estudantes de graduação da UFTM, do Centro de Educação Profissional - Cefores, do 3º ano do Ensino Médio de escolas conveniadas com a Universidade no Pibid e aos alunos da UATI- Universidade Aberta da Terceira Idade da UFTM. Daniela acrescenta que este, em especial, é aberto a todos que se interessam pela história da arte.



quinta-feira, 31 de julho de 2014

Paleoartista uberabense é convidado para documentário

Rodolfo Nogueira já fez trabalhos para Alemanha, Estados Unidos, Portugal e Espanha

Realizar sonhos é possível! A frase é do paleoartista uberabense Rodolfo Nogueira, 27 anos, que ganhou destaque com matéria publicada pela Folha de S. Paulo, na semana passada, e gentilmente me concedeu entrevista nesta terça-feira, 29, que você confere aqui. Ao ler a reportagem da Folha me encantei de cara e quando vi que tratava-se de um conterrâneo nosso, é claro, me entusiasmei ainda mais. Como o amor pelo que a gente faz transborda e atrai conquistas, realizações e, sobretudo, reconhecimento! Rodolfo adora ficção científica, autoajuda, livros espíritas, esotéricos e, claro, de paleontologia. Não vou me estender. Leia e conheça este jovem que faz a diferença!




"O processo de construção digital é muito semelhante ao processo de uma escultura real. Mais importante que a técnica ou o material, no caso da paleoarte, é o critério científico"















"Já sonhei, sim, em participar de uma superprodução cinematográfica como um Jurassic Park” 








Como surgiu seu interesse por animais que viveram por aqui há mais de 65 milhões de anos? Você frequentava Peirópolis?
Creio que meu interesse surgiu quando criança por causa dos filmes e certamente de Peirópolis. Lembro-me do dia em que assisti ao Parque dos Dinossauros, em 1993. Neste mesmo ano, fui ao Museu dos Dinossauros também. Quando um pouco mais velho, as professoras e coordenadoras da Escola Municipal Urbana Frei Eugênio me deixavam sair da escola mais cedo com alguns amigos para pegarmos o ônibus 12:30 para Peirópolis. Cheguei a passar madrugadas pensando em fazer todos os dinossauros brasileiros para o Museu dos Dinossauros.

Não há formação técnica na área no Brasil, de que forma você conseguiu mecanismos autodidatas para se transformar em um paleoartista?
Não há formação em nenhuma parte do mundo para a paleoarte, que pode ser definida como a arte de representar animais extintos com fins informativos e didáticos. O que há são algumas disciplinas de cursos de pós-graduação em ilustração científica no exterior. Durante a graduação em Desenho Industrial pela Unesp-Bauru, desenvolvi uma metodologia para reconstruir animais extintos, à qual chamei de Paleodesign que seria a aplicação dos conceitos e métodos do design, junto com os suportes e técnicas artísticas ao estudo da paleontologia. Cursei disciplinas do curso de Ciências Biológicas, dissequei animais e estudei bastante sobre anatomia e paleontologia junto a um professor de paleontologia do curso de Ciências Biológicas, o Dr. Renato Ghilardi. Sob sua orientação transformei a pesquisa em iniciação científica e depois em artigos e monografia.


Que sensação você tem ao ser chamado pela Folha de S.Paulo, de o jovem que "dá vida" a animais pré-históricos?
Fico lisonjeado com o exagero da expressão. Rs!

Muitos acreditam que seu trabalho se restringe ao universo digital, mas a reconstrução você faz também por meio de esculturas. Que materiais você utiliza? Que formação é preciso pra conseguir dar forma a esses animais?
Às vezes trabalho com esculturas reais e outras vezes apenas digitalmente. Vejo o trabalho todo como a mesma coisa apenas usando ferramentas diferentes. O processo de construção digital é muito semelhante ao processo de uma escultura real. Mais importante que a técnica ou o material, no caso da paleoarte, é o critério científico. Quanto maior a quantidade de informações melhor será a reconstrução tanto digital quanto real. Para esculturas físicas uso resinas, espumas, tinta, isopor e massas de modelar como epóxi. No ambiente virtual utilizo softwares de escultura digital, modelagem 3D e animação e ilustração digital. Não é necessária nenhuma formação, existem paleoartistas que estudaram artes plásticas, outros biologia, publicidade ou até odontologia. O que é necessário é um aprofundado estudo de paleontologia, anatomia e ecologia, além de certa habilidade artística ou interesse para praticar.

O que levou você a se especializar? O que você estudava em Uberaba, antes de se mudar?
Na verdade sou de Uberaba, fiz graduação em Bauru e voltei para Uberaba, onde moro atualmente. O que verdadeiramente me levou à paleoarte foi uma vontade lá dentro de causar o maravilhoso em outras pessoas, principalmente crianças, inspirá-las a investigar esse mundo com um pensamento lógico assim como caras como Steven Spielberg, Carl Sagan e Isaac Asimov fizeram comigo quando eu era criança.


Como é ser um jovem com talento reconhecido em nível internacional?
É realmente muito gratificante. Causa-me um alívio também por ser um indicativo de que sonhar e se empenhar por algo que gostamos realmente vale a pena. Não é uma história romântica de um filme de superação, é real e não é preciso muito além de ousadia e persistência.




Você tem colecionado prêmios no Brasil e no exterior. Você já pensou que pode ter sua arte de repente em uma superprodução cinematográfica? Você já foi convidado para trabalhar no exterior?
Os prêmios são muito positivos para divulgação e reconhecimento. Recebi prêmios das mãos dos artistas que criaram o nome paleoarte, que fizeram escola e história, é realmente muita honra. Já fiz alguns trabalhos para Alemanha, Estados Unidos, Portugal e Espanha. Fui convidado para cursar um doutorado em Portugal, mas ainda penso em realizar alguns projetos antes de me dedicar a um doutoramento. Já sonhei sim em participar de uma superprodução cinematográfica como um “Jurassic Park” ou um “Caminhando com Dinossauros”, talvez um dia eu me aprimore o bastante para tal. Rsrs! Estou participando de um documentário e para mim já é uma baita realização.


Você pode adiantar algo sobre o documentário?
Posso dizer que é um documentário sobre a formação geológica do Brasil.

Quem são seus pais?
Meu pai é Melânio Soares Ribeiro Neto e é engenheiro em Brasília. Minha mãe é Miriam Isabel Nogueira, mora aqui em Uberaba e tem um salão de beleza. Fui criado ainda na companhia de minha tia, Vânia Nogueira, que é certamente minha segunda mãe e me ajudou com os primeiros passos artísticos, já que ela é artista plástica e ainda com minha avó Odete Lemes Nogueira, uma personalidade que me ensinou bastante sobre determinação, foco e honestidade.

Como eles se sentem com o reconhecimento ao seu trabalho?
Parecem muito orgulhosos e felizes. Apesar de terem sempre torcido por mim, no começo ficaram com medo de eu não conseguir meu sustento, já que é uma profissão muito nova e diferente. Meu pai queria que eu prestasse um concurso público e me parece que ele achava que fazer só o que gosta era infantilidade. rs! Hoje creio que estão bem tranquilos e mais crentes que realizar sonhos é possível.

Você fez faculdade fora porque Uberaba não ofertava o que queria?
Passei em vestibulares de faculdades aqui na região, mas preferi o curso de Desenho Industrial e as matérias da Unesp.

O que você faz nas suas horas livres?
Não tenho muitas horas livres, mas sempre que posso vou ao cinema, encontro meus amigos, família e viajo para ver minha namorada.

Gosta de literatura? Claro, não? rsrs Mas pode citar o livro que mais te marcou, o que você está lendo no momento; que tipo de música você curte?
Gosto bastante de ler, apesar de não ter lido muito nos últimos tempos. Adoro ficção científica, autoajuda, livros espíritas, esotéricos e, claro, de paleontologia. Estou lendo nesse momento "20 Mil Léguas Submarinas". Um dos livros de que mais gostei de ler é "A descronização de Sam Magruder", de George Gaylord Simpson. Sobre músicas, MPB, Pop, New Age, Clássica, Trilha Sonora, etc, é o que mais escuto enquanto desenho. Ouço muitos audiolivros e palestras e cursos enquanto trabalho.


Futebol? Política?
Gostava de jogar futebol na rua com meus amigos quando criança, mas o que vemos na TV, não tenho paciência. Acho que não é mais por amor, é uma indústria de distração da população. O mesmo sobre política. Não consigo distinguir sobre o que é real ou manipulação sobre as massas, então procuro ver de uma perspectiva mais ampla e ter paciência até que fiquemos todos nós mais conscientes, acordados para evoluirmos como nação e espécie.




Você mantém muitos amigos aqui? Em que espaço você produz? Quais são seus planos?
Tenho criado laços de amizade por muitos lugares, o que acaba me trazendo muitas oportunidades de realizações e parcerias. Por aqui tenho vários amigos de infância que faço o máximo para manter na minha rotina e muitos até cedem sua criatividade e habilidades para me ajudar no trabalho. Tenho um oficina/estúdio que chamo de "Oficina Pré-Histórica", no fundo da minha casa. Às vezes vou a São Paulo, Rio de Janeiro e outras cidades para eventos e reuniões, mas envio quase tudo pela internet e Correios. Para o futuro penso em otimizar cada vez mais meu trabalho, agregar mais pessoas e criar novas técnicas e formas de ensinar e divulgar ciências. Estou sempre tentando colocar na realidade os sonhos que tive quando criança e quando uma realização chega, já estou sonhando outra dezena. Rs!



quarta-feira, 30 de julho de 2014

Paulo e Filipe lançam CD nesta quinta







A dupla de Uberaba, Paulo e Filipe,  uma das preferidas para abertura de shows de sertanejos consagradas do cenário nacional, como Jorge & Mateus, Maria Cecília & Rodolfo e Guilherme & Santiago, lançará o primeiro CD na noite desta quinta-feira, 31, no Villa 10.  Este blog foi um dos primeiros a apostar no talento desses garotos ainda, mas com maturidade bacana pra administrar uma carreira já cheia de sucesso.
Paulo Mangucci e Filipe Oliveira Barbosa têm chamado a atenção dos aficionados por baladas boas.  As apresentações deles atraem sempre público expressivo, especialmente os jovens antenados com o que há de melhor no universo sertanejo universitário. Nos shows eles interpretam repertório recheado dos principais hits do estilo e também do apaixonante arrocha.
A noite de lançamento contará com apresentação especial da talentosa banda de pop rock de Uberaba, B4. Não dá pra perder!

Lançamento do CD da dupla Paulo e Filipe
31 de julho de 2014 – Villa 10
O evento começa às 20h com a banda B4
e, em seguida, às 22h,  Paulo e Filipe
Mais informações:
(34) 9135-8814
(34) 8842-1701
(34) 8406-6547

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Projeto traz Grupo Emcantar à região





O projeto “Diversão e Arte: Música para crianças de todas as idades”, que novamente conta com o patrocínio da Algar Telecom por meio da Lei Estadual de Incentivo a Cultura de Minas Gerais, levará a Ituiutaba o Grupo Emcantar com o inédito “Os Saltimbancos”, no dia 24 de agosto, às 18h, na praça Cônego Ângelo. Para este clássico, será apresentada leitura própria, com novos arranjos e interpretações que fazem da montagem um espetáculo educativo totalmente original, segundo Marco Aurélio Querubim, fundador do Grupo.

O palco, que anteriormente seria ocupado pelo Palavra Cantada, abre espaço agora para o Grupo que em 17 anos de história, soma mais de 600 apresentações envolvendo cerca de 100 mil pessoas de diversas cidades do país.

Emcantar é um grupo que trabalha com arte e educação, mesclando as linguagens da música e do teatro, desenvolve um trabalho voltado para a infância, juventude, família e educadores. O Grupo possui em seu currículo cinco álbuns lançados e a participação no Guia de Tecnologias Educacionais do MEC (2010) com a experiência do Kit Parangolé aplicado como tecnologia em sala de aula.

O projeto Diversão e Arte: Música para Crianças de Todas as Idades é patrocinado pela Algar Telecom, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, com realização da Moinho Cultural e apoio da Fundação Cultural e Prefeitura de Ituiutaba. Para obter mais informações como curiosidades e outros detalhes do evento, os interessados podem acessar o site www.diversao.art.br e também acompanhar a página do projeto no Facebook: www.facebook.com.br/projetodiversaoearte .


Fonte: Serifa

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Fundação lança portal com espaço para artistas


         Ilustra o convite a arte de José Eduardo e Sandra destacando a Igreja Santa Rita


Com a interface leve e moderna, as informações serão de fácil acesso em qualquer tipo de dispositivo, possibilitando que o público tenha a mesma qualidade de leitura acessando de computador, smartphone ou tablet, a Fundação Cultural de Uberaba lança nesta segunda-feira (21), às 19h, novo portal com plataforma de cultura e informação. Lá estarão  história da instituição e das manifestações de cultura popular,  a agenda cultural e dados sobre os museus, teatros e outros equipamentos, além dos projetos realizados na cidade. As redes sociais Facebook, Twitter e Instagram serão usadas como plataformas de sustentação para o site, proporcionando interatividade. 
O destaque do novo portal vai para o espaço para artistas, que poderão divulgar fotos, vídeos e informações de trabalho, construindo seu próprio espaço dentro da plataforma. A função do novo site será difundir a cultura e ações realizadas em Uberaba, divulgar eventos, exposições, shows e festas realizadas na cidade apoiados pela Fundação Cultural. Também irá oferecer interatividade para que os internautas possam navegar por um portal moderno, com informações dinâmicas, composto por programas de rádio e TV com temática cultural, como método de difusão da cultura.