sexta-feira, 24 de julho de 2015

Mas ou mais: quando usar??




Já não me surpreendo mais ao ler posts nas redes sociais e até textos assinados em publicações impressas ou virtuais evidenciando muita confusão com o uso da língua portuguesa. Quem já não leu que "fazem dez anos que me formei"? Não fazem, faz. E "concerteza" tudo emendado com convicção? Com certeza faz a diferença. Queria ir, "mais" hoje eu não posso. Mas pode! E "sessão" de brinquedos? Quer dizer que a gente pode assistir a ela? Não! É seção de brinquedos, o mesmo que repartição. A balada foi boa à "bessa". Oi? A balada agora tem sobrenome? Não, a pessoa queria dizer que foi boa à beça, ou seja, muito boa.  rsrsrs Normal! Não sou de criticar e muito menos de zoar quem porventura comete uma gafe dessa natureza. Eu tenho consciência de que ainda tenho muito a aprender. A nossa língua pátria é, de fato, cheia de armadilhas. É difícil! Nem todos têm facilidade para escrever e hoje em dia há quem não saiba nem o significado de muitas palavras que usam. Seria o advento da internet? Não creio. Acho que tudo isso passa mais pelo copia e cola mesmo. Tem muita gente usando o  Ctrl c e Ctrl v sem se dar ao trabalho de checar e isso vai além da grafia das palavras. Há casos em que até informações sem veracidade acabam "virando" verdade temporariamente,  por obra de quem não teme ver seu nome jogado na vala da falta de ética, o que atualmente reina nas mais variadas searas. Bom, mas não pretendo me estender. Ufa! Foi só um pequeno e verdadeiro desabafo.  

Dica:

Mas equivale a porém, contudo e todavia. Transmite uma noção de oposição ou limitação.
Exemplos:
Gosto de morango, mas prefiro abacaxi.
Eu queria ir, mas estou sem tempo.

Mais transmite noção de maior quantidade ou intensidade, ou de adição e acréscimo.
Exemplos:
Quero comprar mais sapatos.
A menina de rosa é a mais bonita da escola.



Circuito traz três espetáculos em agosto

O Circuito Cultural de Uberaba trará três espetáculos imperdíveis no mês de agosto: dois no Teatro Sesi,  com os grupos de Belo Horizonte, Mimulus Cia de Dança, apresentando "Pretérito Imperfeito", dia 7; e o Grupo Trampulim, com  "Pratubatê", dia 8, sempre às 20h. A Nômade Produções informa que os ingressos custam R$ 30 (inteira), R$ 15 (meia) e anuncia o custo promocional de R$ 10 até 48 horas antes dos shows na bilheteria do teatro e na Livraria Alternativa Cultural (rua Major Eustáquio, 500). No dia 9, com entrada gratuita, o Grupo Trampulim se apresentará na Praça da Abadia, com o espetáculo de teatro de rua "Uma surpresa para Benedita".

                                                                                                                      Foto Guto Muniz
                                Mimulus Cia de Dança em "Pretérito Imperfeito"


……. Tempo verbal utilizado para a descrição de fatos passados não concluídos inteiramente (“imperfeitos”)
Se o que nunca vamos esquecer se faz presente em nós todo o tempo, o passado não chegou perfeitamente ao seu final.
Pois, somos feitos pelas memórias, pelos pretéritos não concluídos, somos pais, avós e filhos de nossas lembranças que, como janelas, se abrem, iluminam e modificam a realidade.
É sobre essa urdidura frágil de lembranças e vestígios que o espetáculo reflete. Traz em si pequenas e grandes memórias de cada um dos bailarinos que compõem a Mimulus Cia de Dança e, magicamente, a história da própria Mimulus.
A Mimulus usa a dança para salientar o tempo e convida o expectador a lembrar-se do que nunca será esquecido. E para o desesquecimento, um laço amarrado no dedo.
Pretérito Imperfeito resgata os detalhes que tornam cada pessoa absolutamente única. As pequenas e grandes memórias que produzem significados individuais, talvez inexprimíveis pela linguagem. Como a experiência artística que Roland Barthes chama de punctum: o detalhe que não é necessariamente intencional ou controlado, mas perfura. Não buscamos o punctum, é ele que nos procura como uma flecha, atravessa a pele, cria uma ferida, reconfigura as linhas da palma.
Resulta da sobreposição do desejo de ficar com a fé de partir.
Preciosidades, rastros e cicatrizes. O derretimento brutal do tempo.
Os brilhos fátuos contra o escuro que equaliza tudo.
E o desesquecimento… é um laço amarrado no dedo.


Dia 7 de agosto (sexta-feira) – 20h – Teatro SESI Uberaba
Classificação livre

                                                                Foto André Fossati
                               Grupo Trampulim com Pratubatê

O Grupo Trampulim apresenta "Pratubatê", um espetáculo que utiliza a música e os tambores como ferramenta de comunicação. Sob a condução de uma banda e um maestro, todos participam ativamente deste espetáculo de maneira surpreendente. Para isso é disponibilizado um tambor para cada espectador. Através de brincadeiras e jogos musicais são trabalhadas regras de regência, escuta e técnicas básicas do instrumento.
Cada indivíduo sente como a sua participação contribui e é indispensável para o sucesso do show, e como pode ser grandioso o resultado de um trabalho em cooperação. Neste espetáculo o público deixa de ser expectador para se tornar protagonista, vivenciando uma construção rítmica coletiva e experimentando a inesquecível sensação de contribuir para o pulsante resultado final: a música.

Dia 8 de agosto (sábado) – 16h – Teatro SESI
Classificação Livre
                                                                                                                      Foto Guto Muniz
                                         Grupo Trampulim com "Uma surpresa para Benedita"

Os palhaços Benedita Jacarandá e Sabonete entram em cena com truques e brincadeiras insólitas. O clima de intimidade e descontração cria empatia imediata com a plateia, que acaba por se sentir em casa. O lirismo e a ingenuidade tradicional dos palhaços tornam este espetáculo uma diversão certeira para o público de qualquer idade.
Abordando as relações de amizade e amor, “Uma Surpresa para Benedita” fala do cotidiano de maneira simples e bem humorada. Sabonete decide preparar uma surpresa para Benedita. Em meio a uma grande confusão a surpresa toma rumos inesperados. Um tema simples acaba gerando situações absurdas e imprevistas. O resultado disso são três prêmios de melhor ator e atriz para os palhaços, muita diversão e também, alguma sujeira...
Não sabemos se a surpresa será apetitosa, mas tudo o que a rodeia é delicioso e quem acaba se surpreendendo é você!
Benedita e Sabonete formam uma dupla nada convencional. Mesmo sem grandes pretensões de transformar o mundo, assim eles o fazem, proporcionando momentos de prazer e divertimento em busca do riso múltiplo, diverso e generoso. Afinal, enquanto existir o riso, existirá também a paz.

Dia 9 de agosto (domingo) - 10h - Praça da Abadia
Classificação Livre
Gratuito
+infos:. (34) 3322-2021/(34) 9929-3102


Grupo Galpão inclui Uberaba na Turnê 2015


Na primeira etapa da Turnê Minas 2015,  o Galpão, patrocinado há 15 anos pela Petrobras, se prepara agora para apresentar “De Tempo Somos – um sarau do Grupo Galpão” em Uberaba (13 e 14/8)  e realizar workshop gratuito para artistas  


                                                                                                             Foto Gustavo Pessoa
                               O espetáculo traduz um sonho antigo do Galpão de celebrar, em formato
                               prático e reduzido, o encontro da música com o teatro


  
O Grupo Galpão, que é patrocinado pela Petrobras, dá continuidade à Turnê Minas 2015 por mais três cidades, com seu novo espetáculo, “De Tempo Somos – um sarau do Grupo Galpão”. Dirigido por Lydia Del Picchia e Simone Ordones, atrizes do grupo, o novo trabalho da companhia, que foi aclamado pela crítica paulistana durante sua temporada de estreia em São Paulo (SP), agora será apresentado em Uberaba (13 e 14/8) e Uberlândia (15 e 16/8). O grupo também realizará workshops gratuitos para artistas locais.

>>>“DE TEMPO SOMOS – UM SARAU DO GRUPO GALPÃO”

Direção: Lydia Del Picchia e Simone Ordones
Crítica: “Sarau Literário celebra o eterno namoro entre o grupo e o público. (...) Chegou a vez de a música ser protagonista, e ela tem missão especial: de fazer viajar no tempo. (...) (O espetáculo) faz o Galpão, com leveza, rir de si mesmo. E se confraternizar com a própria história.” (Jornal Estado de Minas – Carolina Braga - 2014)

Sobre o espetáculo
Uma cantoria de atores à beira-rio, durante uma das turnês da companhia pelo Vale do Jequitinhonha, foi inspiração para a criação do novo trabalho do Grupo Galpão. Com direção de Lydia Del Picchia e Simone Ordones, o experimento foge ao rótulo de um espetáculo, lançando aos atores do grupo o desafio de se reinventar em cena e na relação com o público. Mais próximo de um sarau literário musical, “De Tempo Somos” traduz um sonho antigo do Galpão de celebrar, em formato prático e reduzido, o encontro da música com o teatro, que se tornou uma marca do grupo, em mais de 30 anos de história.

Com direção musical e arranjos de Luiz Rocha, os atores cantam e executam, ao vivo, 25 canções de trabalhos mais antigos como “Corra enquanto é tempo” (1988) e “Álbum de Família” (1990), passando por “Romeu e Julieta” (1992), “Um Moliére Imaginário” (1997), “Partido” (1999), até espetáculos mais recentes como “Tio Vânia” e “Eclipse” (ambos de 2011), além de músicas que surgiram em workshops internos e que chegam a público pela primeira vez. “A cantoria é a celebração do encontro, da festa, da disposição para seguir em frente (apesar de tudo que nos faz pender para o chão!), do espírito libertário e contestador inerente a toda reunião festiva”, explica Lydia Del Picchia.

A etimologia da palavra “recordar”, que vem do latim “recordis”, significa passar de novo pelo coração. Segundo Simone Ordones, várias músicas que marcaram o repertório de espetáculos do grupo são revisitadas e recontextualizadas: “o foco desse sarau não é nostálgico, mas visa o futuro, o que está por vir; celebra o que foi feito para apontar possíveis caminhos para o futuro”, explica.

A cantoria vem acompanhada de textos escolhidos por Eduardo Moreira e Lydia Del Picchia que falam da passagem do tempo e do estado embriagado e libertador que é inerente à criação artística. Reflexões e poemas de Eduardo Galeano, Anton Tchékhov, Olga Knipper,  Calderón de la Barca, Charles Baudelaire, Manuel Bandeira, Nelson Rodrigues, Jack Kerouac, Paulo Leminski e José Saramago compõem esse caleidoscópio em que os atores do Galpão compartilham, com o público, suas indagações e vivências artísticas.


Elenco
Antonio Edson
Beto Franco
Eduardo Moreira
Fernanda Vianna
Júlio Maciel
Luiz Rocha (ator convidado)
Lydia Del Picchia
Paulo André
Simone Ordones
*Inês Peixoto (atriz curinga)

Equipe de Criação
Direção: Lydia Del Picchia e Simone Ordones
Direção musical, arranjos e trilha sonora: Luiz Rocha
Pesquisa de texto: Eduardo Moreira
Figurino: Paulo André
Preparação vocal: Babaya
Preparação corporal: Fernanda Vianna
Iluminação: Rodrigo Marçal
Design sonoro: Vinícius Alves
Aulas percussão: Sérgio Silva
Assessoria na cena “A Carteira”: Diego Bagagal
Assessoria de iluminação: Chico Pelúcio
Revisão de textos: Arildo de Barros
Voz em off: Teuda Bara

Arranjos baseados em arranjos originais de Babaya, Ernani Maletta e Fernando Muzzi, do repertório musical do Grupo Galpão.

Fragmentos de textos: Eduardo Galeano, Charles Baudelaire, Olga Knipper, Jack Kerouak, Nelson Rodrigues, Anton Tchékhov, José Saramago, Paulo Leminski e Calderón de La Barca.

Agradecimentos: Carlos Del Picchia, Cia. Pierrot Lunar, Coven, Fernanda Werneck, Liliane Rebehy, Marcelo Alvarenga, Márcio Medina, Milton Nascimento, Mônica Ribeiro, Suzana Bastos, Tim Rescala e Wilson Lopes. Agradecemos especialmente a Babaya, Ernani Maletta e Fernando Muzzi, que foram responsáveis pela introdução e desenvolvimento da música em nosso teatro.

>>MÚSICAS DO ESPETÁCULO
Lua (A Rua da Amargura – 1994)
Autor: Mabel Velloso e Roberto Mendes

A Viagem (Partido - 1999)
Canção oriental
Sobre arranjo original de Ernani Maletta
           
Serra da Boa Esperança (Pequenos Milagres - 2007)
Autor: Lamartine Babo

Canto da viúva Begbick (Um Homem é um Homem - 2005)
Autor: Bertold Brecht

Vem te encontrar (Partido - 1999)
Canção oriental
Arranjo original de Ernani Maletta

Canção dos atores (Um Molière Imaginário - 1997)
Autor: Fernando Muzzi
Sobre arranjo original de Fernando Muzzi e Ernani Maletta

Taina (Eclipse - 2011)
Canção tradicional russa
Sobre arranjo original de Ernani Maletta

La Gran Tirana (Um Molière Imaginário - 1997)
Autor: C. Curet Alonso
Alabama Song (Um Homem é um Homem - 2005)
Autor: Kurt Weil

Boneca Cobiçada (Corra enquanto é tempo - 1988)
Autor: Biá e Bolinha

Rock dos médicos (Um Molière Imaginário - 1997)
Autor: Fernando Muzzi
Arranjo original de Fernando Muzzi e Ernani Maletta

O Sole Mio (A comédia da esposa muda - 1986)
Canção tradicional italiana

Não se iluda (O inspetor geral - 2003)
Canção tradicional russa
Sobre arranjo original de Ernani Maletta

Despedida da Ama (Partido - 1999)
Canção oriental
Sobre arranjo original de Ernani Maletta

Tema de Pamela (Partido - 1999)
Canção oriental
Sobre arranjo original de Ernani Maletta

Maninha (Romeu e Julieta - 1992)
Folclore

A última estrofe (Romeu e Julieta - 1992)
Autor: Cândido das Neves
Sobre arranjo original de Fernando Muzzi e Babaya

Lua Branca (Romeu e Julieta -1992)
Autor: Chiquinha Gonzaga

Nas ondas do Danúbio (Romeu e Julieta -1992)
Autor: Ivan Ivanovitch

Cinzas no Coração (Album de Família - 1990 / Romeu e Julieta - 1992)
Autor: André Filho

Flor, minha flor (Romeu e Julieta - 1992)
Folclore
Sobre arranjo original de Fernando Muzzi e Babaya

É a ti flor do céu (Romeu e Julieta - 1992)
Autor: Teotônio Pereira e Modesto A. Ferreira
Sobre arranjo original de Fernando Muzzi e Babaya

Amo-te muito (Romeu e Julieta - 1992)
Autor: João Chaves
Sobre arranjo original de Fernando Muzzi e Babaya

Panis et Circenses (Workshop com diretor Paulo José - 2002)
Autor: Caetano Veloso e Gilberto Gil
Sobre arranjo original de Ernani Maletta

Yo vengo a ofrecer mi corazón (Tio Vânia - aos que vierem depois de nós - 2011)
Autor: Fito Páez


>>GALPÃO E PETROBRAS
O Grupo Galpão conta com o patrocínio da Petrobras há 15 anos. Foram muitos espetáculos montados, temporadas nacionais, turnês por todas as regiões do Brasil e presença em festivais proporcionados por essa parceria. A Petrobras sempre apostou no compromisso do Galpão: reinventar a vida através da arte, possibilitando ao maior número de pessoas a vivência do teatro como alegria e transformação.

>>ATORES DO GRUPO GALPÃO
Antonio Edson
Arildo de Barros
Beto Franco
Chico Pelúcio
Eduardo Moreira
Fernanda Vianna
Inês Peixoto
Júlio Maciel
Lydia Del Picchia
Paulo André
Simone Ordones
Teuda Bara

>>EQUIPE DO GRUPO GALPÃO
Gerência executiva - Fernando Lara
Coordenação de produção - Gilma Oliveira
Coordenação de planejamento – Aline Pereira
Coordenação de comunicação - Beatriz França
Coordenação administrativa Wanilda D’artagnan
Coordenação técnica e iluminação - Rodrigo Marçal
Produção executiva - Beatriz Radicchi
Cenotécnico - Helvécio Izabel
Sonorização - Vinícius Alves
Analista de comunicação - Ana Carolina Diniz
Assistente de produção – Bruna Campos
Assistente de planejamento – Soraya Monteiro
Assistente financeiro – Cláudio Augusto
Assistente administrativa - Andréia Oliveira
Estagiário Comunicação – Gustavo Pessoa
Estagiário financeiro – Pedro Rodrigues
Auxiliar técnico – William Teles
Recepção - Cídia Santos
Serviços gerais - Lê Guedes
Consultoria de planejamento - Romulo Avelar
Assessoria jurídica - Drummond & Neumayr Advocacia
Gestão financeira de projetos - Fernanda Werneck
Assessoria contábil - Maurício Silva


Serviço Uberaba
“De Tempo Somos – um sarau do Grupo Galpão”
13 e 14 de agosto, quinta e sexta-feira – 20h
Teatro SESI Uberaba (Praça Frei Eugênio, 231 – São Benedito)
Ingressos a R$30 e R$15 (meia)
R$10 (preço promocional até 12/8 e para industriários)
Classificação Livre

***Workshop com o Grupo - 14 de agosto, sexta – 14h às 16h30
Vagas Limitadas! Inscrições gratuitas até as 12h, do dia 14/8, na secretaria do Centro de Cultura, de segunda a sexta, das 8h às 18h.
SESI - Centro de Cultura José Maria Barra
Info.: 34 3322.2021

Realização:
Ministério da Cultura, Governo de Minas Gerais e Petrobras


 = Grupo Galpão na Turnê Minas 2015 - segunda etapa =

ESPETÁCULO “DE TEMPO SOMOS - UM SARAU DO GALPÃO”
E WORKSHOPS GRATUITOS



ITAÚNA
11 de agosto, terça-feira – 20h
Teatro Sílvio de Mattos (Rua Antônio Corradi, 55 - Centro)
R$20 e R$10 (meia) | Ingressos na bilheteria | Classificação: Livre
***Workshop com o Grupo - 11 de agosto, terça – 9h às 11h30
Espaço Cultural (Rua Antônio Corradi, 55 – Centro)
Vagas Limitadas! Inscrições gratuitas, de 03 a 08/08, no Espaço Cultural.
Horário de funcionamento: segunda a sexta - 8h às 18h.
Info.: 37 3243 6395 / 37 8822 3565



UBERLÂNDIA
15 e 16 de agosto – sábado (duas sessões) 19h e 21h  domingo – 19h
Escola Livre do Grupontapé de Teatro (Rua Tupaciguara, 471 - Aparecida)
Info.: 34 3231 2412 - Ingressos a R$30 e R$15 (meia-entrada) | Classificação Livre
Workshop com o Grupo - 16 de agosto (domingo) - 9h30 às 13h.
Escola Livre do Grupontapé de Teatro (Rua Tupaciguara, 471 - Aparecida)
Vagas limitadas! Inscrições gratuitas pelo email grupontape@grupontape.com.br
Info.: 34 3213-1325


 CONTATOS COMUNICAÇÃO
Beatriz França – coordenação de comunicação - Tel: (31) 9733-3127
Ana Carolina Diniz – analista de comunicação
Sede Grupo Galpão – (31) 3463 9186




quinta-feira, 9 de julho de 2015

Shopping Uberaba traz Pernalonga e cia



Os personagens da Warner, Pernalonga, Patolino, Frajola e Piu-Piu, são os convidados do Shopping Uberaba para animar as férias das crianças de 3 a 12 anos da cidade e região. Eles estrelam o The Looney Tunes Show, a partir deste sábado (11), na Praça de Eventos. O evento funcionará das 11h30 às 20h30, até o dia 1º de agosto, com atividades muito bacanas: Fugindo do Caçador, Playground do Ligeirinho, Gira-gira do Taz, Armadilha do Coiote e Gaiola do Piu-Piu.
Os quatro farão apresentações especiais para o público nos dias 11, 12, 25 e 26, de meia em meia hora, das 15h às 17h. É um espetáculo que irá divertir toda a família.
Crianças menores de 3 anos têm entrada permitida, desde que acompanhadas do adulto responsável. Todas as atividades estão sob a coordenação de monitores treinados, que darão dicas de funcionamento, segurança, regras do evento.
As crianças poderão tirar fotos e conhecer os Looney Tunes de pertinho. Devido à parceria com o Fujioka, cada criança participante do evento ganhará a impressão de uma foto.
Confiante, descolado e rápido, Pernalonga também tem algumas peculiaridades surpreendentes além de ser bem criativo. Egocêntrico, mas inseguro, Patolino vem na cola de Pernalonga há muitos anos, bem introvertido e folgado. As suas loucuras sempre acabam envolvendo Pernalonga e seus amigos. Embaixo das penas inocentes e amarelas de Piu Piu se esconde um coração maquiavélico e Frajola passa a maior parte do tempo tentando capturar o passarinho da Vovó, o Piu Piu.



Serviço
“The Looney Tunes Show” no Shopping Center Uberaba

Data: de 11/7 a 1º/8
Horário: todos os dias das 11h30 às 20h30
Cinco atividades
Apresentações personagens:
dias 11, 12, 25 e 26, das 15h às 17h
Local: Praça de Eventos
Evento gratuito

domingo, 28 de junho de 2015

Tribos desperta reflexão e valoriza plateia

Foto Thiago Fadini

A peça "Tribos", encenada por Antonio Fagundes e seu filho Bruno, e, ainda Guilherme Magon, mais Eliete Cigaarini, Maíra Dvorek e Arieta Corrêa, deixa no público uma desconcertante reflexão acerca da surdez metafórica nas relações pessoais. Na comédia perversa, com sacadas inteligentes e questões polêmicas, encenada em Uberaba, no Cine Teatro Vera Cruz, no último sábado,  muitos percebem que às vezes nos tornamos surdos diante de situações que gostaríamos de não ter de enfrentar. 

O deficiente auditivo Billy, vivido por Bruno Fagundes, é o único que consegue ouvir os demais membros de sua família.  O ator não conhecia nenhum surdo quando decidiu interpretar Billy e então fez laboratório convivendo com surdos oralizados, quando conheceu a tradutora e intérprete de Libras, Mirian Caxilé, que os acompanha nos espetáculos.
                                                                             

                                                                                                                                                                    
                                                                         
                       


Guilherme Magon (à direita) chama a atenção por sua excelente performance como o irmão esquizofrênico de Billy. 






Magon estreou no cinema, em 2008, no filme "Rinha", com roteiro e direção de Marcelo Galvão. Em 2009, integrou o elenco da peça juvenil "Cuidado: Garoto Apaixonado", com texto e direção de Toni Brandão. Em 2011 participou da montagem brasileira do musical "Mamma Mia!", e substituiu Reynaldo Gianecchini, no musical "Cabaret", com Cláudia Raia e direção de José Possi Neto, ficando quase dois anos em cartaz. E desde 2013 está no elenco de Tribos. 




Escrita pela inglesa Nina Raine e dirigida por Ulysses Cruz, em nove cenas, a peça consegue entreter, provocar questionamentos e entregar um bom produto aos amantes das artes. E a segunda sessão contou com acessibilidade por meio da intérprete de Libras-Língua Brasileira de Sinais. 







A peça mostra que existe uma incomunicabilidade a partir da família, a partir do momento em que deixa de conversar, de se ouvir, de se entender. Fagundes tem dito em entrevistas não ser contra as redes sociais, mas contra a forma com que estão sendo usadas. "Estamos vendo essas novas formas de se comunicar destruindo coisas muito importantes. A palavra está sumindo", frisa. 




Após o espetáculo, o público se surpreendeu com a declaração do ator Antonio Fagundes de que a produtora responsável pelo espetáculo (que não é de Uberaba) havia desaparecido com o dinheiro destinado às despesas com a viagem,  hospedagem e alimentação do elenco. Ele agradeceu  ao produtor Ronaldo Júnior (Show Brasil Produções), ao Two Macarrão, à Prefeitura de Uberaba/Fundação Cultural, à Cantina Tarantella e ao restaurante Garagem pelo apoio recebido para a apresentação da peça em Uberaba.
Em seguida abriu um ótimo bate-papo com a plateia, que se certificou de que os atores buscam muito mais do que sobreviver financeiramente da sua arte, mas principalmente permitir às pessoas que repensem suas atitudes diante da vida e passem a dar valor ao que realmente importa, como o amor ao próximo, de forma plena e intensa. 
Sobre o fato de a peça não ter patrocínios e nem produção custeada pela Lei de Incentivo à Cultura, por exemplo, Fagundes foi enfático ao dizer que é uma opção do grupo. Quando há patrocínios, muitas vezes, os espetáculos fazem turnê para cumprir a agenda do patrocinador, sem se importar muito com a reação das pessoas ou se a peça contribui de fato com a cultura. "Nós temos a preocupação com o público, pois dependemos da sua presença", enfatizou o ator deixando clara a confiança na resposta da plateia ao seu espetáculo. "Tínhamos razão. Estamos há quase dois anos em cartaz, caminhando para 200 mil espectadores e chegamos inclusive a fazer uma temporada internacional", finalizou.

terça-feira, 23 de junho de 2015

Mostra Talentos une arte e solidariedade





Noite de abertura da mostra Talentos, na Design Center, nesta terça-feira, foi encantadora! As mais diversas manifestações de arte estão reunidas num espaço muito bacana, bastante original lembrando um galpão estilizado e de muito bom gosto. Lucas Cecílio sempre valoriza os artistas plásticos e agradece à confiança dos artistas Constantino Calapodopulos, Gabi Toubes, Nana Rodrigues da Cunha, Renata Prata, Renata Barillari e Tunica Barbosa. Ele também destaca a participação de Carol Toubes, com seu bazar de artesanato, e do designer Pepê Lima. Aliado a tudo isso, os ambientes com os móveis MAC compõem a atmosfera do evento, que também tem foco na solidariedade, pois beneficiará com parte da renda duas instituições de peso na cidade: Apae e Oasis! As obras permanecerão expostas até a próxima terça-feira (30).


Eu sabia que o médico Constantino Calapodopulos gostava de pintar, mas confesso que não esperava ver telas tão belas que expressam de cara o talento de quem conduz aqueles pincéis com tantas cores fortes, densas mescladas a outras suaves e sutis. Certamente a decisão de expor pela primeira vez os seus quadros tem a ver com a sua dedicada esposa, Dauta.



Gabi Toubes me impressionou com a sua criatividade nas pinturas em madeira e até no muro de sua casa. O talento dela já cruzou as fronteiras brasileiras e um de seus quadros decora a parede da Casa Branca, residência oficial do presidente dos Estados Unidos.



Fiquei mais uma vez encantada com a arte da Nana Cunha. A conheci quando expôs na galeria do Sesiminas e depois no Shopping Uberaba. A mistura de cores que ela consegue nas mais variadas superfícies, até em raios X, é instigante e faz a gente querer ver mais e mais, além das surpreendentes instalações que ela faz a partir de peças de demolição. Ela arrasa!





Renata Barillari é outra que é dona de criatividade incomum. Centenas de painéis pintados por ela embelezam as mais belas e sofisticadas residências no Distrito Federal. Nada acomodada, decidiu montar um ateliê para que mais pessoas expressem o seu talento, e vive rodeada de pessoas felizes por isso.
Renata Prata transporta para a sua arte na pintura e na decoração a energia do seu esfuziante sorriso. Afirma que seu trabalho como artista plástica é uma luz acesa dentro dela. Tunica Barbosa, ah quem ainda não ouviu falar dessa artista com ar de menina, mas que na sua arte há muito atingiu a maioridade, tanto que além de em Uberaba já expôs como convidada em Washington e Nova York. Carol Toubes, com toda a sua jovialidade, está à frente do Bazar de Artesanatos, com peças supermimosas ora com miçangas ora com florais e fuxico. Os porta-guardanapos artesanais produzidos por ela são lindos, diferentes  e que transformam uma mesa com extremo bom gosto. Pepê Lima é designer premiadíssimo, que descobriu visão crítica durante os filmes aos quais assistia. Sempre observava os objetos com um olhar  mais crítico. Além da forte parceria que mantém com a MAC, já tem estúdio próprio em Curitiba.
A Design Center fica na rua José de Alencar, 10, com o telefone (34) 3312-7500.
  

Circuito enche Uberaba de arte e cores


Com primeiro espetáculo em julho, o evento apresenta, entre outros grupos, os mineiros Armatrux, Galpão, Giramundo,  Trampuim

                                                                                           Foto Leandro HBL

 e show da paulista Tiê



Os meses de julho, agosto, setembro e outubro serão tomados por arte e cores na cidade de Uberaba, em Minas Gerais. Em sua primeira edição, o Circuito Cultural de Uberaba transforma em palco alguns locais já conhecidos pelos moradores. O Teatro SESI Uberaba, a Concha Acústica, e a Praça Nossa Senhora da Abadia serão cenários para espetáculos de teatro, shows de música, apresentações de dança e programação infantil. Com produção do Mercado Moderno, apresentação da  Sindicato da Indústria Sucroenergéticas de Minas Gerais (Siamig), e apoio da Prefeitura Municipal de Uberaba, o circuito tem patrocínio da WD Agroindustrial, Delta Sucroenergia e Usina Santo Ângelo, através da Lei Rouanet. As apresentações no Teatro SESI têm valor de R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia). Todas as atrações realizadas no domingo serão gratuitas.


No dia 10 de julho, sexta-feira, às 20h, o Teatro Sesi Uberaba (Praça Frei Eugênio, 231 - Bairro São Benedito) recebe o grupo belo-horizontino de teatro Armatrux, com o espetáculo No Pirex. Do gênero cômico absurdo, o espetáculo narra o encontro de cinco personagens grotescos e surreais em torno da mesa de um restaurante. Com ingredientes surrealistas e direção de Eid Ribeiro, a peça é a combinação entre teatro físico, comédia muda, clown e boas doses de manipulação de objetos cotidianos.

Com dramaturgia e direção do diretor carioca Ribamar Ribeiro, o Grupo Emcantar, de Uberlândia, canta e encanta todas as idades com teatro e música. No sábado, dia 11 de julho, às 16h, o Teatro Sesi apresenta o espetáculo infantil da trupe mineira Festejo de Brincar. Apresentando canções e histórias criadas pelo próprio grupo em seus mais de 18 anos de trajetória, os “emcantados” viajam em um trem movido pelas brincadeiras e festejos da infância, compartilhando ritmos e lembranças.


No domingo, dia 12 de julho, às 11h, é a vez da cantora Tiê, que leva o show do seu novo disco Esmeraldas à Concha Acústica (Praça Concha Acústica). Neste álbum, a cantora conta com participações como Jesse Harris e Adriano Cintra. Tiê, que já está em seu terceiro disco, é conhecida por fazer letras que se assemelham, pela delicadeza e sensibilidade, às cartas de namoro. Para ela, esse álbum também fala de amor e é autobiográfico, como os dois outros.  





 A abertura será feita com a banda Nau à Deriva. Formada por quatro integrantes, a banda, natural de Uberaba, reproduz no palco um rock apaixonado e conta com influências que vão de Chico Buarque a Heitor Vila-Lobos. Para o circuito, irão levar as canções dos Los Hermanos.








Fonte: Diógenes Marques
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