sexta-feira, 7 de agosto de 2015

De Paris para Uberaba: Maria Inês em Norte e Sul

                                                                                                                        
                    Radicada em Paris, a pianista uberabense Maria Inês Guimarães lança CD no Sesi


Um encontro entre o choro e a harmonia do século XX é o que propõe o novo trabalho de Maria Inês Guimarães: o CD Norte e Sul, que a pianista uberabense radicada em Paris desde 1988, lançará em Uberaba, em show no próximo dia 12, às 20h, no Teatro Sesi, em mais uma boa atração do Projeto Quarta Cultural. Os ingressos gratuitos têm distribuição limitada à capacidade do teatro. A turnê passará por São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Curitiba e outras.  
Construído como uma trama narrativa do primeiro ao último título, Norte E Sul sacode uma arquitetura conhecida para inventar novas formas e novas paisagens, com um fio de interpretação feito entre escrita, re-escritura e improvisação. Norte e Sul é uma fotografia impressionista, encontro do figurativo e do abstrato. O início de uma aventura nascente acompanhando o público para novas sensações. 
Maria Inês sobe aos palcos acompanhada dos músicos Dominique Muzeau (baixo acústico), Carlos Walter (violão), Marcelo Taynara (voz), Henrique Neto e Ricardo Pauletti (7 cordas), Marcelo Oliveira (flauta e clarineta), Toca de Tatu (músicos Luisa Mitre, Lucas Telles, Abel Borges e Lucas Ladeia), Noemi Biet (flauta) e Cesar Roversi (saxofone).

Sobre Maria Inês
É pianista, compositora, musicóloga e pedagoga, diretora do Centro Euro-brasileiro de Música (Cebramusik) e do Clube de Choro de Paris, professora de piano e improvisação livre no Conservatório de Antony, França. Começou seus estudos de piano com Odette Camargos em Uberaba (MG), e, em São Paulo, trabalhou com Eudóxia de Barros e Rafael dos Santos. Acompanhou também as masters classes de Magdalena Tagliaferro. Ela se formou também com os músicos de jazz e improvisação livre Harry Swift, Jean Marie Machado e Bruno Wilhelm.
Em Paris, estudou piano com Anna Stela Schic, Françoise Parrot-Hanlet. Desde o início de sua carreira Maria Inês dedica uma parte de seus concertos à música brasileira popular ou clássica. Seja no Brasil ou no exterior, Bach, Beethoven, Fauré e Kurtág cohabitam com Nazareth, Mignone, Abreu, Villa-Lobos e Antunes.
Em música de câmara ela tocou entre outros com Israel de França, Andrea Merenzon, Gilson Barbosa, Daniel Ramirez, Marcos Kiehl, Shinobu Saito, Aline Soulhat e Nathalie Villedieu-Afchain… Como as salas de concerto não são o melhor lugar para apreciar a música popular ela também se produziu em bares e Clubs de jazz na América Latina e na Europa com o grupo Ilustrando o Choro (desde 1986) composto de piano, flauta e de percussão, bateria e baixo.
Faz do piano um verdadeiro instrumento chorão. A improvisação livre sendo uma de suas paixões, fundou em 2004, o Duo Asymétrie com a percussionista brasileira Brenda Ohana. Desde 2007 ela criou um grupo para aliar música brasileira e improvisação livre que se transformou no Choro Quarteto com Bruno Wilhelm, Paul Mindy et Dominique Muzeau. Preside o Club de Choro de Paris desde 2006.



Serviço
Maria Inês Guimarães Show Norte e Sul
Dia: 12/08/2015
Horário: 20h
Ingressos: Entrada gratuita
Local: Teatro Sesi (Praça Frei Eugênio, 231)
Telefones:  (34) 3322-2023 / 3322-2021


sábado, 1 de agosto de 2015

14Bis aterrissa na Concha Acústica

A Fundação Cultural comemora três anos do projeto Domingo na Concha neste dia 2 de agosto, com show da banda 14Bis, das 11h às 14h. A abertura está a cargo do cantor Marcelo Taynara. A edição especial marcará a estreia da estrutura em box truss, que protege artistas e público contra sol e chuva




Eles estão há mais de três décadas na sua vida, numa trajetória caracterizada pela reinvenção e ampliação de um público fiel. E estão comemorando nos palcos, com a nova turnê ‘14 Bis – 35 Anos‘, que reúne os clássicos da carreira do grupo mineiro, assim como outros sucessos, da música nacional e internacional.
Surpresas escolhidas a partir de coisas que ouviram nesses 35 anos, com um pé até na modernidade, podendo ir dos Beatles a Renato Russo. É um novo 14 Bis que está no ar, mas sem deixar, é claro, sua característica sonoridade, uma mistura única de rock com Clube da Esquina, música clássica, progressivo, do country norte-americano ao regional brasileiro, e o que mais pintar no caldeirão de Cláudio Venturini (guitarra e voz), Sérgio Magrão (baixo e voz, único carioca do grupo), Vermelho (teclados e voz) e Hely Rodrigues (bateria).


Esses caras levam a sério o que cantam, como o verso da ‘Canção da América‘, “amigo é coisa pra se guardar” (do primeiro disco, presente inédito de dois amigões, o já saudoso Fernando Brant e Milton Nascimento, também produtor da estreia fonográfica da banda). Porque é exatamente o que eles são, quatro amigos que amam o que fazem: tocar, cantar e compor. E o grande momento é quando dividem isso com uma turma cada vez maior de admiradores, como confirmam as plateias de seus shows, sempre repletas de fãs de carteirinha, para quem bastam alguns compassos da introdução de ‘Planeta Sonho‘ para rejuvenescer seus sentidos, e de uma linda juventude que não devia ter sequer 10 anos quando o grupo estourou, há 35 anos, ainda com Flávio Venturini na formação – o irmão mais velho de Cláudio saiu em 1987, mas sempre, quando há uma brecha nas agendas, pode ser visto de volta ao palco com eles.
E até hoje, ‘Todo Azul do Mar‘ após ‘Caçador de Mim‘, ‘Natural‘ após ‘Mesmo de Brincadeira‘, ‘Nova Manhã‘ após ‘Mais Uma Vez‘, cada canção, com vocais e instrumental incríveis, letras e melodias irresistíveis, é a prova da mágica atemporal do 14 Bis. Seus shows são daqueles que proporcionam o prazer de se ouvir da primeira à última música, como nos bons tempos, que voltam, sim, e o 14 Bis está aí para resgatar tal sensação.
A nave vai, pioneira como o protótipo visionário de Santos Dumont que deu nome ao grupo, 35 anos de carreira e continua, sonhando o futuro.


E é com show de 14Bis que a Fundação Cultural comemora três anos do projeto Domingo na Concha.



                    A abertura do show deste domingo será com o talentosíssimo cantor Marcelo Taynara 


Domingo na Concha
O projeto Domingo na Concha iniciou em agosto e veio para movimentar a cena cultural uberabense, sempre em uma realização da Prefeitura de Uberaba, por meio da Fundação Cultural e já se tornou tradicional. O vereador Franco Cartafina também teve participação importante neste processo, pois logo que assumiu como vereador enviou a sugestão à presidência da Fundação Cultural para a retomada do espaço para eventos culturais. 
O Domingo na Concha surgiu com a proposta de propiciar espetáculos musicais na Concha Acústica, com apresentação de grandes artistas e bandas locais, regionais, nacionais e internacionais. O projeto se tornou tradicional, faz parte dos grandes eventos realizados em Uberaba e acontece todos os domingos, das 11h às 14h.
Pelo palco do Domingo na Concha já aconteceram especiais como o Dia do Samba, Dia do Rock, Especial Legião Urbana, 100 anos de Dorival Caymmi, Festival Cerrado Jazz, apresentações de jazzistas, MPB, Festival de Samba e de Marchinhas, mostrando que o projeto veio para ficar.
Mais de 260 artistas, entre bandas, artistas solo, além de mega shows, como o de Kiko Zambianchi, Tico Santa Cruz, o titãs Sergio Brito, Hanoi Hanoi, Arnaldo Brandão, Tiê. A maioria cantou com bandas formadas por artistas uberabenses para valorizar nossos músicos em apresentações para ficar na história de Uberaba.

Mostra destaca 70 anos da Segunda Guerra




Há 70 anos, terminava a Segunda Guerra Mundial. No dia 6 de agosto de 1945, os Estados Unidos detonaram sobre Hiroshima, no Japão, a primeira bomba atômica da história da humanidade. Depois, Nagasaki. E o mundo mudou.
O Cine Cultura UFTM apresenta, durante toda a semana do dia 6 de agosto, a Mostra de Cinema: 70 anos da Segunda Guerra Mundial. Serão seis filmes, seis grandes diretores, nacionalidades diversas: Itália, União Soviética, Áustria, França, Argélia e Suécia. Visões diferentes de povos que viveram e morreram no maior conflito que o ser humano ousou criar.
Aberta ao público, a Mostra integra a programação de acolhida aos calouros do Curso de História, segundo semestre de 2015.

Datas: 3 a 8 de agosto de 2015
Horário: 15 horas
Local: Cinema da UFTM – Unidade Urbano Salomão. Av. Guilherme Ferreira, 650, 3º piso, ou entrada pela rua Vigário Silva, 695.
Realização: Curso de História da UFTM
Entrada franca



Programação:



3, segunda-feira: Roma, Cidade Aberta (Roma Città Aperta)

Direção: Roberto Rossellini. Itália. 1945.



4, terça-feira: A Infância de Ivan (Ivanovo Detstvo)

Direção: Andrei Tarkovsky. União Soviética. 1962.



5, quarta-feira: Os Falsários (Die Fälscher)

Direção: Stefan Ruzowitzky. Áustria, Alemanha. 2007.



6, quinta-feira: Hiroshima, Mon Amour (Hiroshima, Mon Amour)

Direção: Alain Resnais. França. 1959.



7, sexta-feira: Dias de Glória (Indigènes)

Direção: Rachid Bouchareb. Argélia, França, Marrocos, Bélgica. 2006.



8, sábado: Arquitetura da Destruição (Undergângens Arkitektur)

Direção: Peter Cohen. Suécia. 1989.







Fonte: 
Projeto Cine Cultura UFTM
José Luiz Pollo

Gustavo Mendes faz show em Uberaba




Comediante traz a presidenta e outras personagens em apresentação única, neste sábado, no Vera Cruz 


Quando Gustavo Mendes veste o conhecido terninho vermelho para interpretar a presidenta Dilma Rousseff, não há quem não solte gargalhadas. Com mais de 20 milhões de visualizações no YouTube, a personagem se transformou em um fenômeno nas redes sociais e faz parte das interpretações que compõem o “Um Show com Tudo Dentro”, novo espetáculo que Gustavo Mendes apresenta em Uberaba no dia 1 de agosto (sábado), às 21 horas no Teatro Vera Cruz.
A imitação peculiar da Presidenta lhe rendeu fama nacional e já recebeu inúmeros elogios do público e de importantes formadores de opinião, como o escritor Luis Fernando Veríssimo, o humorista Cláudio Manoel, além da própria presidenta.
“Um Show com Tudo Dentro” é um show tem tudo dentro mesmo... além da notória personagem, Gustavo Mendes reúne no palco uma compilação de seus melhores textos, piadas e performances musicais ousadas, como Maria Bethânia cantando funk, além de Alcione, Roberto Carlos e Ana Carolina em situações engraçadas.
As apresentações são sempre acompanhadas pelo músico mineiro Júlio Fonseca, que, com o teclado, dá o tom, efeitos e ainda mais vida ao monólogo de humor.
De Minas para o Brasil
Gustavo Mendes nasceu na cidade de Guarani, na Zona da Mata de Minas Gerais. O ator surgiu no cenário do humor brasileiro por meio da internet.
Em 2005, foi o vencedor do Show de Talentos, promovido pela TV Alterosa (SBT Minas). Mais tarde, foi destaque no 6º Festival de Piadas, promovido pelo Show do Tom, da TV Record. Em 2012, recebeu um convite de Cláudio Manoel e passou a integrar o elenco do Casseta & Planeta – Vai Fundo, que foi ao ar no mesmo ano, pela TV Globo.
No programa, Gustavo representou os apresentadores Cassandra Anemberg e Sérgio Chapelin, a Presidenta Dilma e outros. Na TV Globo, também interpretou o colunista social Eloy di Marco na novela Cheias de Charme. Indicado por Manoel Martins e abraçado por Mauricio Sherman, recebeu o convite para compor o elenco do Zorra Total, em 2013. O Ator integrou o elenco da Rede Bandeirantes de Televisão no programa Agora é Tarde juntamente com o ator e humorista Rafinha Bastos. Atualmente o ator se prepara para projetos futuros na televisão.
No teatro, Gustavo viaja pelo país com três espetáculos: Mais que Dilmais, Um Show com Tudo Dentro e Sarjeta. Na internet, apresenta o programa semanal Dilmais Você em seu próprio canal no YouTube, todas as quintas-feiras. Além disso, mantém uma parceria com o canal Parafernalha, que resultou no vídeo mais visto no YouTube, no Brasil, em 2014. “Dilma – Copa do Mundo”, lançado em junho de 2014, teve quase 9 milhões de views.


Serviço:
Gustavo Mendes em “Um Show com Tudo Dentro”
Local: Teatro Vera Cruz
Data/horário: 1 de agosto às 21h
Classificação: 18 anos
Ingressos à venda no Bendito Empório (rua Ituiutaba, 981)
Valores: R$70 (inteira) e R$35 (meia); clientes Ubervel têm 20% de desconto
Produção Tonico Carvalho

Karen Ferraz – Informações e atendimento à imprensa

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Mas ou mais: quando usar??




Já não me surpreendo mais ao ler posts nas redes sociais e até textos assinados em publicações impressas ou virtuais evidenciando muita confusão com o uso da língua portuguesa. Quem já não leu que "fazem dez anos que me formei"? Não fazem, faz. E "concerteza" tudo emendado com convicção? Com certeza faz a diferença. Queria ir, "mais" hoje eu não posso. Mas pode! E "sessão" de brinquedos? Quer dizer que a gente pode assistir a ela? Não! É seção de brinquedos, o mesmo que repartição. A balada foi boa à "bessa". Oi? A balada agora tem sobrenome? Não, a pessoa queria dizer que foi boa à beça, ou seja, muito boa.  rsrsrs Normal! Não sou de criticar e muito menos de zoar quem porventura comete uma gafe dessa natureza. Eu tenho consciência de que ainda tenho muito a aprender. A nossa língua pátria é, de fato, cheia de armadilhas. É difícil! Nem todos têm facilidade para escrever e hoje em dia há quem não saiba nem o significado de muitas palavras que usam. Seria o advento da internet? Não creio. Acho que tudo isso passa mais pelo copia e cola mesmo. Tem muita gente usando o  Ctrl c e Ctrl v sem se dar ao trabalho de checar e isso vai além da grafia das palavras. Há casos em que até informações sem veracidade acabam "virando" verdade temporariamente,  por obra de quem não teme ver seu nome jogado na vala da falta de ética, o que atualmente reina nas mais variadas searas. Bom, mas não pretendo me estender. Ufa! Foi só um pequeno e verdadeiro desabafo.  

Dica:

Mas equivale a porém, contudo e todavia. Transmite uma noção de oposição ou limitação.
Exemplos:
Gosto de morango, mas prefiro abacaxi.
Eu queria ir, mas estou sem tempo.

Mais transmite noção de maior quantidade ou intensidade, ou de adição e acréscimo.
Exemplos:
Quero comprar mais sapatos.
A menina de rosa é a mais bonita da escola.



Circuito traz três espetáculos em agosto

O Circuito Cultural de Uberaba trará três espetáculos imperdíveis no mês de agosto: dois no Teatro Sesi,  com os grupos de Belo Horizonte, Mimulus Cia de Dança, apresentando "Pretérito Imperfeito", dia 7; e o Grupo Trampulim, com  "Pratubatê", dia 8, sempre às 20h. A Nômade Produções informa que os ingressos custam R$ 30 (inteira), R$ 15 (meia) e anuncia o custo promocional de R$ 10 até 48 horas antes dos shows na bilheteria do teatro e na Livraria Alternativa Cultural (rua Major Eustáquio, 500). No dia 9, com entrada gratuita, o Grupo Trampulim se apresentará na Praça da Abadia, com o espetáculo de teatro de rua "Uma surpresa para Benedita".

                                                                                                                      Foto Guto Muniz
                                Mimulus Cia de Dança em "Pretérito Imperfeito"


……. Tempo verbal utilizado para a descrição de fatos passados não concluídos inteiramente (“imperfeitos”)
Se o que nunca vamos esquecer se faz presente em nós todo o tempo, o passado não chegou perfeitamente ao seu final.
Pois, somos feitos pelas memórias, pelos pretéritos não concluídos, somos pais, avós e filhos de nossas lembranças que, como janelas, se abrem, iluminam e modificam a realidade.
É sobre essa urdidura frágil de lembranças e vestígios que o espetáculo reflete. Traz em si pequenas e grandes memórias de cada um dos bailarinos que compõem a Mimulus Cia de Dança e, magicamente, a história da própria Mimulus.
A Mimulus usa a dança para salientar o tempo e convida o expectador a lembrar-se do que nunca será esquecido. E para o desesquecimento, um laço amarrado no dedo.
Pretérito Imperfeito resgata os detalhes que tornam cada pessoa absolutamente única. As pequenas e grandes memórias que produzem significados individuais, talvez inexprimíveis pela linguagem. Como a experiência artística que Roland Barthes chama de punctum: o detalhe que não é necessariamente intencional ou controlado, mas perfura. Não buscamos o punctum, é ele que nos procura como uma flecha, atravessa a pele, cria uma ferida, reconfigura as linhas da palma.
Resulta da sobreposição do desejo de ficar com a fé de partir.
Preciosidades, rastros e cicatrizes. O derretimento brutal do tempo.
Os brilhos fátuos contra o escuro que equaliza tudo.
E o desesquecimento… é um laço amarrado no dedo.


Dia 7 de agosto (sexta-feira) – 20h – Teatro SESI Uberaba
Classificação livre

                                                                Foto André Fossati
                               Grupo Trampulim com Pratubatê

O Grupo Trampulim apresenta "Pratubatê", um espetáculo que utiliza a música e os tambores como ferramenta de comunicação. Sob a condução de uma banda e um maestro, todos participam ativamente deste espetáculo de maneira surpreendente. Para isso é disponibilizado um tambor para cada espectador. Através de brincadeiras e jogos musicais são trabalhadas regras de regência, escuta e técnicas básicas do instrumento.
Cada indivíduo sente como a sua participação contribui e é indispensável para o sucesso do show, e como pode ser grandioso o resultado de um trabalho em cooperação. Neste espetáculo o público deixa de ser expectador para se tornar protagonista, vivenciando uma construção rítmica coletiva e experimentando a inesquecível sensação de contribuir para o pulsante resultado final: a música.

Dia 8 de agosto (sábado) – 16h – Teatro SESI
Classificação Livre
                                                                                                                      Foto Guto Muniz
                                         Grupo Trampulim com "Uma surpresa para Benedita"

Os palhaços Benedita Jacarandá e Sabonete entram em cena com truques e brincadeiras insólitas. O clima de intimidade e descontração cria empatia imediata com a plateia, que acaba por se sentir em casa. O lirismo e a ingenuidade tradicional dos palhaços tornam este espetáculo uma diversão certeira para o público de qualquer idade.
Abordando as relações de amizade e amor, “Uma Surpresa para Benedita” fala do cotidiano de maneira simples e bem humorada. Sabonete decide preparar uma surpresa para Benedita. Em meio a uma grande confusão a surpresa toma rumos inesperados. Um tema simples acaba gerando situações absurdas e imprevistas. O resultado disso são três prêmios de melhor ator e atriz para os palhaços, muita diversão e também, alguma sujeira...
Não sabemos se a surpresa será apetitosa, mas tudo o que a rodeia é delicioso e quem acaba se surpreendendo é você!
Benedita e Sabonete formam uma dupla nada convencional. Mesmo sem grandes pretensões de transformar o mundo, assim eles o fazem, proporcionando momentos de prazer e divertimento em busca do riso múltiplo, diverso e generoso. Afinal, enquanto existir o riso, existirá também a paz.

Dia 9 de agosto (domingo) - 10h - Praça da Abadia
Classificação Livre
Gratuito
+infos:. (34) 3322-2021/(34) 9929-3102


Grupo Galpão inclui Uberaba na Turnê 2015


Na primeira etapa da Turnê Minas 2015,  o Galpão, patrocinado há 15 anos pela Petrobras, se prepara agora para apresentar “De Tempo Somos – um sarau do Grupo Galpão” em Uberaba (13 e 14/8)  e realizar workshop gratuito para artistas  


                                                                                                             Foto Gustavo Pessoa
                               O espetáculo traduz um sonho antigo do Galpão de celebrar, em formato
                               prático e reduzido, o encontro da música com o teatro


  
O Grupo Galpão, que é patrocinado pela Petrobras, dá continuidade à Turnê Minas 2015 por mais três cidades, com seu novo espetáculo, “De Tempo Somos – um sarau do Grupo Galpão”. Dirigido por Lydia Del Picchia e Simone Ordones, atrizes do grupo, o novo trabalho da companhia, que foi aclamado pela crítica paulistana durante sua temporada de estreia em São Paulo (SP), agora será apresentado em Uberaba (13 e 14/8) e Uberlândia (15 e 16/8). O grupo também realizará workshops gratuitos para artistas locais.

>>>“DE TEMPO SOMOS – UM SARAU DO GRUPO GALPÃO”

Direção: Lydia Del Picchia e Simone Ordones
Crítica: “Sarau Literário celebra o eterno namoro entre o grupo e o público. (...) Chegou a vez de a música ser protagonista, e ela tem missão especial: de fazer viajar no tempo. (...) (O espetáculo) faz o Galpão, com leveza, rir de si mesmo. E se confraternizar com a própria história.” (Jornal Estado de Minas – Carolina Braga - 2014)

Sobre o espetáculo
Uma cantoria de atores à beira-rio, durante uma das turnês da companhia pelo Vale do Jequitinhonha, foi inspiração para a criação do novo trabalho do Grupo Galpão. Com direção de Lydia Del Picchia e Simone Ordones, o experimento foge ao rótulo de um espetáculo, lançando aos atores do grupo o desafio de se reinventar em cena e na relação com o público. Mais próximo de um sarau literário musical, “De Tempo Somos” traduz um sonho antigo do Galpão de celebrar, em formato prático e reduzido, o encontro da música com o teatro, que se tornou uma marca do grupo, em mais de 30 anos de história.

Com direção musical e arranjos de Luiz Rocha, os atores cantam e executam, ao vivo, 25 canções de trabalhos mais antigos como “Corra enquanto é tempo” (1988) e “Álbum de Família” (1990), passando por “Romeu e Julieta” (1992), “Um Moliére Imaginário” (1997), “Partido” (1999), até espetáculos mais recentes como “Tio Vânia” e “Eclipse” (ambos de 2011), além de músicas que surgiram em workshops internos e que chegam a público pela primeira vez. “A cantoria é a celebração do encontro, da festa, da disposição para seguir em frente (apesar de tudo que nos faz pender para o chão!), do espírito libertário e contestador inerente a toda reunião festiva”, explica Lydia Del Picchia.

A etimologia da palavra “recordar”, que vem do latim “recordis”, significa passar de novo pelo coração. Segundo Simone Ordones, várias músicas que marcaram o repertório de espetáculos do grupo são revisitadas e recontextualizadas: “o foco desse sarau não é nostálgico, mas visa o futuro, o que está por vir; celebra o que foi feito para apontar possíveis caminhos para o futuro”, explica.

A cantoria vem acompanhada de textos escolhidos por Eduardo Moreira e Lydia Del Picchia que falam da passagem do tempo e do estado embriagado e libertador que é inerente à criação artística. Reflexões e poemas de Eduardo Galeano, Anton Tchékhov, Olga Knipper,  Calderón de la Barca, Charles Baudelaire, Manuel Bandeira, Nelson Rodrigues, Jack Kerouac, Paulo Leminski e José Saramago compõem esse caleidoscópio em que os atores do Galpão compartilham, com o público, suas indagações e vivências artísticas.


Elenco
Antonio Edson
Beto Franco
Eduardo Moreira
Fernanda Vianna
Júlio Maciel
Luiz Rocha (ator convidado)
Lydia Del Picchia
Paulo André
Simone Ordones
*Inês Peixoto (atriz curinga)

Equipe de Criação
Direção: Lydia Del Picchia e Simone Ordones
Direção musical, arranjos e trilha sonora: Luiz Rocha
Pesquisa de texto: Eduardo Moreira
Figurino: Paulo André
Preparação vocal: Babaya
Preparação corporal: Fernanda Vianna
Iluminação: Rodrigo Marçal
Design sonoro: Vinícius Alves
Aulas percussão: Sérgio Silva
Assessoria na cena “A Carteira”: Diego Bagagal
Assessoria de iluminação: Chico Pelúcio
Revisão de textos: Arildo de Barros
Voz em off: Teuda Bara

Arranjos baseados em arranjos originais de Babaya, Ernani Maletta e Fernando Muzzi, do repertório musical do Grupo Galpão.

Fragmentos de textos: Eduardo Galeano, Charles Baudelaire, Olga Knipper, Jack Kerouak, Nelson Rodrigues, Anton Tchékhov, José Saramago, Paulo Leminski e Calderón de La Barca.

Agradecimentos: Carlos Del Picchia, Cia. Pierrot Lunar, Coven, Fernanda Werneck, Liliane Rebehy, Marcelo Alvarenga, Márcio Medina, Milton Nascimento, Mônica Ribeiro, Suzana Bastos, Tim Rescala e Wilson Lopes. Agradecemos especialmente a Babaya, Ernani Maletta e Fernando Muzzi, que foram responsáveis pela introdução e desenvolvimento da música em nosso teatro.

>>MÚSICAS DO ESPETÁCULO
Lua (A Rua da Amargura – 1994)
Autor: Mabel Velloso e Roberto Mendes

A Viagem (Partido - 1999)
Canção oriental
Sobre arranjo original de Ernani Maletta
           
Serra da Boa Esperança (Pequenos Milagres - 2007)
Autor: Lamartine Babo

Canto da viúva Begbick (Um Homem é um Homem - 2005)
Autor: Bertold Brecht

Vem te encontrar (Partido - 1999)
Canção oriental
Arranjo original de Ernani Maletta

Canção dos atores (Um Molière Imaginário - 1997)
Autor: Fernando Muzzi
Sobre arranjo original de Fernando Muzzi e Ernani Maletta

Taina (Eclipse - 2011)
Canção tradicional russa
Sobre arranjo original de Ernani Maletta

La Gran Tirana (Um Molière Imaginário - 1997)
Autor: C. Curet Alonso
Alabama Song (Um Homem é um Homem - 2005)
Autor: Kurt Weil

Boneca Cobiçada (Corra enquanto é tempo - 1988)
Autor: Biá e Bolinha

Rock dos médicos (Um Molière Imaginário - 1997)
Autor: Fernando Muzzi
Arranjo original de Fernando Muzzi e Ernani Maletta

O Sole Mio (A comédia da esposa muda - 1986)
Canção tradicional italiana

Não se iluda (O inspetor geral - 2003)
Canção tradicional russa
Sobre arranjo original de Ernani Maletta

Despedida da Ama (Partido - 1999)
Canção oriental
Sobre arranjo original de Ernani Maletta

Tema de Pamela (Partido - 1999)
Canção oriental
Sobre arranjo original de Ernani Maletta

Maninha (Romeu e Julieta - 1992)
Folclore

A última estrofe (Romeu e Julieta - 1992)
Autor: Cândido das Neves
Sobre arranjo original de Fernando Muzzi e Babaya

Lua Branca (Romeu e Julieta -1992)
Autor: Chiquinha Gonzaga

Nas ondas do Danúbio (Romeu e Julieta -1992)
Autor: Ivan Ivanovitch

Cinzas no Coração (Album de Família - 1990 / Romeu e Julieta - 1992)
Autor: André Filho

Flor, minha flor (Romeu e Julieta - 1992)
Folclore
Sobre arranjo original de Fernando Muzzi e Babaya

É a ti flor do céu (Romeu e Julieta - 1992)
Autor: Teotônio Pereira e Modesto A. Ferreira
Sobre arranjo original de Fernando Muzzi e Babaya

Amo-te muito (Romeu e Julieta - 1992)
Autor: João Chaves
Sobre arranjo original de Fernando Muzzi e Babaya

Panis et Circenses (Workshop com diretor Paulo José - 2002)
Autor: Caetano Veloso e Gilberto Gil
Sobre arranjo original de Ernani Maletta

Yo vengo a ofrecer mi corazón (Tio Vânia - aos que vierem depois de nós - 2011)
Autor: Fito Páez


>>GALPÃO E PETROBRAS
O Grupo Galpão conta com o patrocínio da Petrobras há 15 anos. Foram muitos espetáculos montados, temporadas nacionais, turnês por todas as regiões do Brasil e presença em festivais proporcionados por essa parceria. A Petrobras sempre apostou no compromisso do Galpão: reinventar a vida através da arte, possibilitando ao maior número de pessoas a vivência do teatro como alegria e transformação.

>>ATORES DO GRUPO GALPÃO
Antonio Edson
Arildo de Barros
Beto Franco
Chico Pelúcio
Eduardo Moreira
Fernanda Vianna
Inês Peixoto
Júlio Maciel
Lydia Del Picchia
Paulo André
Simone Ordones
Teuda Bara

>>EQUIPE DO GRUPO GALPÃO
Gerência executiva - Fernando Lara
Coordenação de produção - Gilma Oliveira
Coordenação de planejamento – Aline Pereira
Coordenação de comunicação - Beatriz França
Coordenação administrativa - Wanilda D’artagnan
Coordenação técnica e iluminação - Rodrigo Marçal
Produção executiva - Beatriz Radicchi
Cenotécnico - Helvécio Izabel
Sonorização - Vinícius Alves
Analista de comunicação - Ana Carolina Diniz
Assistente de produção – Bruna Campos
Assistente de planejamento – Soraya Monteiro
Assistente financeiro – Cláudio Augusto
Assistente administrativa - Andréia Oliveira
Estagiário Comunicação – Gustavo Pessoa
Estagiário financeiro – Pedro Rodrigues
Auxiliar técnico – William Teles
Recepção - Cídia Santos
Serviços gerais - Lê Guedes
Consultoria de planejamento - Romulo Avelar
Assessoria jurídica - Drummond & Neumayr Advocacia
Gestão financeira de projetos - Fernanda Werneck
Assessoria contábil - Maurício Silva


Serviço Uberaba
“De Tempo Somos – um sarau do Grupo Galpão”
13 e 14 de agosto, quinta e sexta-feira – 20h
Teatro SESI Uberaba (Praça Frei Eugênio, 231 – São Benedito)
Ingressos a R$30 e R$15 (meia)
R$10 (preço promocional até 12/8 e para industriários)
Classificação Livre

***Workshop com o Grupo - 14 de agosto, sexta – 14h às 16h30
Vagas Limitadas! Inscrições gratuitas até as 12h, do dia 14/8, na secretaria do Centro de Cultura, de segunda a sexta, das 8h às 18h.
SESI - Centro de Cultura José Maria Barra
Info.: 34 3322.2021

Realização:
Ministério da Cultura, Governo de Minas Gerais e Petrobras


 = Grupo Galpão na Turnê Minas 2015 - segunda etapa =

ESPETÁCULO “DE TEMPO SOMOS - UM SARAU DO GALPÃO”
E WORKSHOPS GRATUITOS



ITAÚNA
11 de agosto, terça-feira – 20h
Teatro Sílvio de Mattos (Rua Antônio Corradi, 55 - Centro)
R$20 e R$10 (meia) | Ingressos na bilheteria | Classificação: Livre
***Workshop com o Grupo - 11 de agosto, terça – 9h às 11h30
Espaço Cultural (Rua Antônio Corradi, 55 – Centro)
Vagas Limitadas! Inscrições gratuitas, de 03 a 08/08, no Espaço Cultural.
Horário de funcionamento: segunda a sexta - 8h às 18h.
Info.: 37 3243 6395 / 37 8822 3565



UBERLÂNDIA
15 e 16 de agosto – sábado (duas sessões) 19h e 21h  domingo – 19h
Escola Livre do Grupontapé de Teatro (Rua Tupaciguara, 471 - Aparecida)
Info.: 34 3231 2412 - Ingressos a R$30 e R$15 (meia-entrada) | Classificação Livre
Workshop com o Grupo - 16 de agosto (domingo) - 9h30 às 13h.
Escola Livre do Grupontapé de Teatro (Rua Tupaciguara, 471 - Aparecida)
Vagas limitadas! Inscrições gratuitas pelo email grupontape@grupontape.com.br
Info.: 34 3213-1325


 CONTATOS COMUNICAÇÃO
Beatriz França – coordenação de comunicação - Tel: (31) 9733-3127
Ana Carolina Diniz – analista de comunicação
Sede Grupo Galpão – (31) 3463 9186