Há idades e tempo recomendados, mas o uso de celular por crianças deve ser de forma assistida
Badu Foto
A Dra. Danielle Borges Margato defende que o uso não ocorra sem estímulo para o cérebro da criança
É importante ter cuidado com relação à idade com que a criança estará exposta aos dispositivos eletrônicos. O alerta é da médica neurologista cooperada da Unimed Uberaba. Dra. Danielle Margato. Ela ressalta que a Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda que esse uso não aconteça antes dos 2 anos de idade. E, depois, até 5 anos, que o contato com as telas ocorra por tempo limitado a, no máximo, uma hora por dia. “Sempre na presença de um adulto e de forma que a criança tenha um estímulo.”
A partir dos 6 anos, a neurologista explica que a flexibilidade é um pouco maior: é permitido o uso durante duas horas por dia, mas é preciso que seja de forma interativa, para que o cérebro da criança continue sendo estimulado.
Ao completar 12 anos, a Dra. Danielle enfatiza que a criança pode ter o dispositivo dela, como o celular, desde que seja assistida e que obedeça às indicações dos programas, dos aplicativos, que estejam de acordo com a faixa etária, além da permissão de assistir e de interagir.
Diferente de empresas tradicionais, a cooperativa tem como objetivo o bem-estar coletivo dos associados e da comunidade. O presidente da Unimed Uberaba, Dr. Reynaldo Miranda, ressalta que o apoio a essa causa fortalece o propósito da cooperativa e reforça os valores de solidariedade e responsabilidade social.
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